Sara Não Tem Nome

Sara Não Tem Nome apresenta álbum de estreia produzido no Red Bull Studio São Paulo

Ômega III contou com produção de Julito Cavalcante (BIKE e Macaco Bong) e masterização do australiano Rob Grant, que assina as masters de Tame Impala

“É esse mesmo o nome dela?”. A pergunta recorrente dá indícios da autenticidade de Sara Não Tem Nome, mineira que começou a compor aos 15 anos. Agora com 22, ela promove um resgate de suas primeiras canções, que abordam a adolescência passada em Contagem (MG) e suas implicações: solidão, conflitos familiares, desilusões amorosas, questões existencialistas e territoriais. Se os temas soam corriqueiros, não se engane ao pensar que sua representação o é. Em seu álbum de estreia, Ômega III, Sara Não Tem Nome apresenta o cotidiano jovem de maneira irônica, non sense e niilista.

Sara é, acima de tudo, uma artista. Estudante de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais, veio parar em São Paulo em fevereiro de 2015, quando integrou o programa de residência artística do Red Bull Station. Foi lá que o antigo desejo de gravar Ômega III foi levado a diante, junto à equipe artística e musical do espaço de criação. “Decidimos que o disco seria feito no estúdio do Red Bull Station e, no mesmo período, conheci o Julito Cavalcante (BIKE e Macaco Bong), que topou produzir o álbum comigo e gravar os baixos”, conta Sara. A partir dai, integraram as gravações as guitarras de Haffa Buleto e Gustavo Athayde (BIKE), a bateria de Daniel Fumega (Macaco Bong), os teclados e sintetizadores de Fábio Gagliotti, violino e violoncelo de Marcelo Nunes, trompete de Vanessa de Michelis (Post) e a participação especial do parceiro Guto Borges (Dead Lovers Twisted Hearts).

Gravações e a mixagem ficaram por conta de Rodrigo Costa, ou Funai, engenheiro de som do Red Bull Studio São Paulo. A masterização foi feita por Rob Grant (que assina as masters de bandas como Tame Impala, Pond, Death Cab for Cutie e, no Brasil, da BIKE) no Poons Head studio, na Austrália. O resultado remete à melancolia de artistas como Elliot Smith, Beck e Andrew Bird, ao folk de Karen Dalton e Bob Dylan e ao surrealismo de Connan Mockasin. Outras referências de Sara vindas de seu trabalho com video e performance, como Werner Herzog e Harmony Korine, ajudaram a compor a atmosfera sensível e abstrata do disco.O artista Pedro Veneroso fecha o “pacote” de Ômega III assinando o projeto gráfico da obra.

As faixas “Ômega III”, que dá nome ao disco, e “Dias Difíceis” já podem ser ouvidas no perfil de Soundcloud da artista. Para acompanhar o restante do projeto com exclusividade, basta comparecer ao evento de pré lançamento do álbum, que acontece no dia 22/09, terça-feira, no auditório do Red Bull Station. A abertura fica por conta da banda BIKE, que apresenta o elogiado “1943”. Na seqüência, Sara Não Tem Nome nos provoca com o estimulante e curioso Ômega III.

Contato:

Site oficial: saranaotemnome.com
Shows: 31 7564-1289 – Pedro Veneroso
Email: saranaotemnome@gmail.com

Integrantes:

Julito Cavalcante – Baixo
Haffa Buleto – Guitarra
Haffa Buleto – Guitarra
Daniel Fumega – Bateria

Discografia:

Sara Não Tem Nome (LP, 2015)

Clipes:

“Solidão” (2015)

Imprensa:

Marcos Xi – marcosxi@cultiva.ca
(+55 71) 86567630 | (21) 985620422
Media Kit: clique aqui.

  • 2015 - sara não tem nome - foto por diego xavier
Vamos cultivar sua música?

Invista na sua banda de maneira ordenada e correta. Fale com a gente:

Not readable? Change text. captcha txt

Start typing and press Enter to search